5 pontos importantes para saber antes de abrir um e-commerce

Novas oportunidades e espaços estão surgindo no setor do e-commerce, mas garantir que o seu negócio esteja não só online, mas bem alinhado e estruturado, é essencial para conquistar o seu espaço. Leia o artigo abaixo para entender os principais pontos onde você deve ter mais atenção ao abrir seu e-commerce.

No atual cenário do país, abrir um e-commerce tem sido uma ótima oportunidade para as empresas, afinal, com os consumidores passando mais tempo online e dando preferência às compras online, esse modelo de negócio tem crescido gradativamente e trazendo retornos mais do que satisfatórios para os empreendedores.

Para entender como o crescimento desse mercado tem sido consistente, a 42º edição do Webshoppers, estudo sobre o e-commerce do país e elaborado semestralmente pela Ebit|Nielsen, indicou que em 2020, ano em que a pandemia do coronavírus iniciou, o e-commerce brasileiro cresceu 47% no primeiro semestre em comparação com o mesmo período de 2019. Essa foi a maior alta dos últimos 20 anos.

Todavia, apesar do resultado do estudo ter sido influenciado pelas restrições impostas às lojas físicas, a tendência é que os ganhos para o setor sejam permanentes. Ou seja, o cenário, além de promissor para os comércios eletrônicos, está abrindo caminhos para novas oportunidades e, consequentemente, novos negócios.

A iniciativa de abrir um e-commerce, entretanto, requer atenção. É preciso entender muito bem como funciona o mercado das lojas virtuais, pois é um negócio que vai muito além de um site para venda de produtos e serviços. 

Pensando nisso,  se você está pensando em aproveitar o momento para dar o primeiro passo e investir no e-commerce, separamos abaixo alguns pontos importantes que você precisa saber e avaliar muito bem antes de abrir um.

1. Plano de negócio

Qualquer negócio precisa de um plano de negócio que sirva como um guia para a empresa. É preciso entender o nicho de mercado, quem são os concorrentes e como eles se comportam no digital, fazer uma análise SWOT, que consiste em identificar pontos fracos e fortes, oportunidades e ameaças, estruturar o negócio, planejar investimentos, entre outros pontos. 

Mas calma, apesar de parecer algo complicado de se fazer, saiba que ele é extremamente necessário, afinal, é importante ter bem detalhado todos os detalhes do seu negócio. 

O Sebrae, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, oferece uma consultoria de plano de negócio que tem como objetivo discutir, analisar e construir as bases para o desenvolvimento de um plano de negócios. Para saber mais acesse o site do Sebrae.

2. Operação e logística

Muitos comércios digitais começam com o pé direito, porém, à medida que as vendas sobem, a equipe não consegue acompanhar, pois não está preparada. Entender que a operação de um e-commerce tem diversos fluxos interconectados é importantíssimo, por isso, eles devem ser muito bem desenhados para atender o cliente da melhor maneira possível e fornecer a melhor experiência de entrega. Esse é um fator de alto impacto no negócio, pois pode ajudar na fidelização dos clientes.

Outro fator importante é o gerenciamento de estoque, pois ajuda a atribuir qualidade no processo e evita possíveis erros de logística. Por isso, definir o tipo de estoque que o negócio terá é essencial. Os tipos de estoque mais comuns são: Compartilhados, para quem tem loja física e virtual, próprio, terceirizado, onde os produtos são armazenados em outros locais, e descentralizado, dividido por regiões.

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Todavia, existe uma modalidade ainda mais comum e que não exige a criação de um estoque, o dropshipping. A venda, aqui, é realizada pela loja virtual, mas a entrega é feita por empresas parceiras que endereçam o produto com o seu nome e fazem toda a logística de envio. Esse modelo pode ser aplicado em negócios de qualquer tamanho e tem ótimas vantagens, como o baixo custo envolvido e a ampla capacidade de aumentar o portfólio de produtos.

Outro ponto que deve ser muito bem organizado é a questão do pagamento. Garantir a integração com meios de pagamento e o não arquivamento de informações financeiras dos clientes são alguns dos detalhes que devem ser muito bem desenvolvidos. 

3. Marketing

O marketing digital abre portas e, ao contrário da loja física onde os clientes vão até a loja, no mundo digital você encontra seus clientes. Com um bom plano de negócios e estratégias certas, seu negócio tem mais chances de aparecer para os usuários que buscam por produtos ou serviços que a sua empresa oferece. Isso pode aumentar o tráfego para a loja e gerar mais vendas, aumentando a taxa de conversão e o valor do ticket médio.

Outro fator essencial é definir os canais de comunicação que serão usados e o tom de voz da marca. Mais do que nunca os usuários buscam por empresas mais humanizadas e que representem o que eles acreditam. Manter uma comunicação com os seguidores e oferecer conteúdos ricos e envolventes são alguns pontos que elevam a presença digital da marca e geram conexão com os usuários.

4. Fraudes, leis e tributos

Por ser um negócio totalmente online, o e-commerce é o maior alvo dos fraudadores. O chargeback (quando o produto foi entregue, mas não houve pagamento) é um ponto que pode inviabilizar o negócio. Por isso, é bom contar com alguma empresa que tenha o serviço de análise de risco e prevenção de fraudes para analisar os comportamentos e criar processos que evitem fraudes e chargeback.

Além disso, o e-commerce, assim como os negócios físicos, também está sujeito ao Código do Consumidor, por isso, é preciso atender à legislação específica do ICMS e outras exigências legais. 

Para evitar problemas jurídicos, algumas medidas podem ajudar, como a criação de um programa de trocas e devoluções transparentes. A descrição dos produtos também é um elemento de grande importância e deve ser o mais clara possível. Assim, o consumidor pode obter todos os detalhes antes da compra e evita problemas pós-venda.

5. A escolha da plataforma

A plataforma é a ferramenta central do e-commerce, afinal, é através dela que a loja virtual é criada. Por isso, é importante conhecer as opções de plataformas disponíveis e entender qual atende melhor o seu modelo de negócio e qual será capaz de acompanhar a trajetória do negócio. 

O ideal é checar as funcionalidades presentes em cada plataforma e comparar, pois uma ferramenta de alta performance deve conter, no mínimo: um bom carrinho de compras, fechamento de pedido simples e fácil a fim de garantir conversões, cadastro e manutenção de produtos, integrações com plataformas de pagamentos, gestão de estoque, entre outras.

Todavia, muitos empreendedores preferem contratar uma empresa especializada em criação de e-commerces, como a Bzness. Assim, os especialistas podem, junto com o cliente, decidir qual a melhor plataforma para o negócio.

Após ler todos esses pontos importantes, é preciso entender que o sucesso de um negócio, seja ele virtual ou físico, não é nenhum milagre ou solução que ninguém quer contar. O que muitos se esquecem é de que o básico deve ser muito bem feito. Afinal, com uma boa organização e planejamento, é possível chegar a altos patamares. 

Além disso, outro ponto que muitas pessoas se preocupam é o custo envolvido. Muitos empreendedores acham caro o investimento para abrir um e-commerce, mas esquecem que o custo para manter uma loja física, geralmente, é muito mais elevado. Gastos com aluguel, funcionários, energia, manutenção e muitos outros pesam (e muito) na hora de fechar as contas no fim do mês.

Já em uma loja virtual, o custo inicial se paga não só pela facilidade em alcançar um público maior, mas por todos os benefícios que o empreendedor tem. Sem falar que os custos mensais reduzidos permitem que o empreendedor invista em melhorias, capacitação e criação de novos produtos.

Esperamos que essas dicas tenham sido úteis e que, agora, você entenda o que, de fato, é preciso para abrir um e-commerce e dar os primeiros passos no mundo digital de forma segura e eficiente.

Entre em contato com a nossa equipe e tenha sua loja profissional online de forma simples, rápida e fácil. 

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